Turismo precisa de mais de 560 mil veículos de locação no Brasil; veja dicas

Setor de turismo vive alta no momento

Assim como o turismo vem retomado sua normalidade, os eventos e celebrações presenciais voltam a figurar no calendário, o que gera movimentação em diferentes setores, como é o caso da locação de veículos. Mesmo tendo em vista que o turismo é responsável pela demanda de 48% da frota total de 1.173.357 do setor (mais de 560 mil carros), a Associação das Locadoras de Automóveis (ABLA) recomenda aos interessados antecipar suas reservas. 

Conforme a entidade, que representa as mais de 13.900 empresas de locação de carros ativas em abrangência nacional, o retorno de festividades como o São João — e não apenas no Nordeste, mas em diferentes praças do País, podem acarretar a falta de veículos para quem deixar a procura para a “última hora”.

Frota de locação de veículos precisa aumentar

De acordo com o presidente da ABLA, Marco Aurélio Nazaré, a demanda pelo aluguel de carros também é um importante indicativo do aquecimento do turismo doméstico. Com o preço das passagens aéreas em alta e o dólar instável, “as pessoas estão buscando roteiros mais baratos, distâncias mais curtas”, avalia ele. “Os destinos nacionais são apostas certas e eles combinam com as viagens de carro”. 

Para a escolha da categoria do veículo a ser alugado, a avaliação prévia das características de cada roteiro é essencial. “Quantas pessoas estarão na viagem, a distância a ser percorrida e o volume das bagagens são alguns dos fatores mais importantes para a definir o melhor tipo de carro”, orienta o presidente da ABLA.

Alugar carro para trilhas é o sonho dos aventureiros

Vale, também, checar junto à locadora como funciona o atendimento 24 horas para panes e acidentes e, ainda, a variação das tarifas conforme a categoria, tipo de proteção de danos e a habilitação de motoristas adicionais para dirigir o veículo durante o período da locação. 

Na hora da retirada do carro, a ABLA orienta os turistas a se certificarem de que não há riscos na pintura ou amassados na lataria. E, no caso de devolução em cidades diferentes daquela onde o carro foi retirado, pode haver cobrança de tarifa diferenciada.

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